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‘Capital’ do Matopiba movida pelo agro completa só 24 anos
Luís Eduardo Magalhães é considerada um dos polos mais relevantes do agronegócio brasileiro, constituindo parte de uma região apelidada de “Matopiba”
Segunda-Feira, 01 de Abril de 2024

O aniversário de 24 anos de Luís Eduardo Magalhães é celebrado neste sábado (30). O município está localizado no Extremo Oeste da Bahia, que foi emancipado de Barreiras em 30 de março de 2000, através do projeto de Lei nº 395/1997. Atualmente é a 5º economia do Estado da Bahia, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com um Produto Interno Bruto (PIB), de R$ 8,8 bilhões, possui grande representatividade e exerce um papel importante para agronegócio brasileiro por diversos fatores.


LEM, sigla pela qual a cidade é localmente conhecida, é o município que apresentou o maior crescimento populacional na Bahia, entre 2010 e 2022, com aumento de 79,5%. O nome curioso, na verdade, é uma homenagem para um político baiano que foi presidente do Congresso Nacional e faleceu em 1998. Conforme o Censo 2022 do IBGE, a população do município está estimada em cerca de 107 mil pessoas. Com quase 4 mil quilômetros quadrados de área e responsável por 60% da produção de grãos da Bahia.


Na última década, diversas transformações socioeconômicas ocorreram nessa região ligadas à ampliação da infraestrutura viária, logística e energética, tendo entre outras consequências o surgimento de pólos de expansão da fronteira agrícola baseados na adoção de tecnologias agropecuárias de alta produtividade.



Com 2 milhões de hectares plantados, um bom clima e tecnologia voltada para o desempenho, o resultado é uma alta produção de grãos. LEM é a 5ª economia do Estado da Bahia, sendo responsável por 80% da produção de grãos e 90% da produção de algodão na região, e com uma das maiores rendas per capita do país.


Muitas fazendas também são irrigadas, potencializando ainda mais a capacidade de produzir. Aqui se produz principalmente soja, algodão e milho e grande parte da produção agrícola é destinada para exportação.


O parque industrial é composto por empresas líderes em seus segmentos, inclusive quase vinte multinacionais. Sua agricultura é pujante, diversificada e de grande produtividade, possuindo grandes áreas irrigadas. Sua pecuária é de alta qualidade tanto na área genética como tecnológica.




Luís Eduardo Magalhães também sedia desde 2004 a Bahia Farm Show, que é considerada a maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste do país. No ano passado, o evento movimentou R$ 8,249 bilhões em negócios. Ao todo, 100.262 pessoas passaram pelo evento durante os cinco dias da feira agrícola, com empresas multinacionais expondo seus produtos durante o evento.


Essa região foi formada pelo crescimento no investimento agrícola por seu alto potencial para esse setor, o que chega a representar hoje 11,5% da produção nacional de soja, ainda tendo a região baiana com o maior desenvolvimento atual em infraestrutura. As terras de Luís Eduardo Magalhães são campeãs em produtividade. O relevo plano facilita o trabalho mecanizado e os agricultores se preocupam em estar sempre com as máquinas mais modernas do mercado.


Ainda, em apenas 24 anos, Luís Eduardo Magalhães conseguiu, além do destaque pelo agronegócio com produção de algodão e grãos, possui representatividade na pecuária e na avicultura. Principalmente considerando o período de 2010 até os dias atuais, a cidade de LEM passou por grandes transformações econômicas que levaram ruas de terra a avenidas com prédios de muitos andares.


Isso ocorreu principalmente pela quantidade de empresas e produtores que se estabeleceram na região, desenvolvendo ainda mais a valha viária, escoação logística e energética, investindo pesado principalmente no uso de tecnologias agropecuárias de alta performance.


Tudo isso ainda é intensificado pela localização estratégica, contemplada por 2 rodovias que ligam a cidade a várias regiões do país. Além disso, ainda há previsão para melhoria na infraestrutura de 80% das estradas da região nos próximos 5 anos. Para garantir melhores condições das estradas utilizadas, os produtores rurais representados pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), investem recursos próprios e do Programa para o Desenvolvimento da Agropecuária (Prodeagro), contam também com o apoio da Patrulha Mecanizada da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e a parceria com o governo do Estado.

 

FONTE: www.sigivilares.com.br  
 
 

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