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Sem defesa
Quinta-Feira, 16 de Maio de 2019

Chamou a atenção ontem o fato de nenhum deputado da Bahia ter defendido o governador Rui Costa (PT) depois que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, o acusou, durante convocação à Câmara, que ele era quem cortava o ponto de professores no país. Weintraub aproveitou a deixa da deputada federal Dayane Pimentel (PSL), que, ao lhe fazer uma pergunta, descascou em cima do governador baiano, por causa da greve nas universidades estaduais.

Comparou

Dayane dissera que deputados baianos nem petistas tinham motivo para criticar as decisões do ministro da Educação com relação às universidades, porque na Bahia a situação dos professores das universidades estaduais não era boa, já que no Estado a política adotada pelo governador com relação aos professores era duríssima, como, segundo ela, mostrou reportagem da Folha de S. Paulo.

Sofrível

Deputados baianos da oposição acharam sofrível o depoimento do ministro da Educação, ontem, na Câmara dos Deputados. Alegavam que ele não conseguia explicar quais eram os planos para a pasta, a despeito dos questionamentos dos parlamentares cobrando que anunciasse as diretrizes do governo Jair Bolsonaro para o setor, sem contar que manteve o tempo todo o tom de confronto. "Não conseguiu dizer a que veio", disse o deputado federal Bacelar (PTN), um dos mais ligados à Educação na Câmara.

Pedrada

Pelo menos uma frase do ministro da Educação não foi esquecida ontem pelos deputados que assistiram ao seu depoimento na Câmara. Ele disse, num determinado momento, que dois mais dois é quatro, ao invés de dois mais dois são quatro. Nada mal para quem escreveu o verbo incitar com "s" no lugar do "c". Para a maioria, o ministro é chegado a uma "pedrada" no português.

 

FONTE: www.trbn.com.br/Foto-Tá na Área  
 
 

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