Prefeituras     Câmaras     Outras Entidades
 
 
 
SEJA BEM VINDO A TRIBUNA ONLINE
GUANAMBI/BAHIA - Sábado, 04 de Julho de 2026
 
 
 
ONDE ESTOU: PÁGINA INICIAL > NOTÍCIAS
 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

   
 
 

EDITAIS

NOTÍCIAS

 

Número de analfabetos e taxa de analfabetismo seguem em queda na Bahia
É a terceira queda consecutiva no estado, que chega aos menores patamares nos oito anos de série
Sábado, 20 de Junho de 2026

O número de pessoas analfabetas e a taxa de analfabetismo continuou caindo em 2025 após três anos consecutivos de queda, chegando ao seus menores patamares nos oito anos de série histórica da PNADC Educação, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2025, na Bahia, 1,145 milhão de pessoas de 15 anos ou mais de idade não sabiam ler nem escrever um bilhete simples. Frente a 2024, quando eram 1,174 milhão, houve uma queda de 2,5% no número de analfabetos, o que representou menos 29 mil pessoas nessa condição, no período.

Apesar da queda, o estado ainda apresenta uma alta no número absoluto de analfabetos do país. A taxa de analfabetismo baiana ficou em 9,5% em 2025, frente a 9,9% em 2024.

No Brasil como um todo, 8,384 milhões de pessoas de 15 anos ou mais de idade eram analfabetas, o que equivalia a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. Em 2024, esse indicador havia sido de 5,3%. O Plano Nacional de Educação (PNE) determina, em sua meta 9, que a taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos fosse de 6,5% em 2015 e que tivesse sido zerada em 2024.

O objetivo intermediário (6,5%) ainda não foi atingido por 11 dos 27 estados: os 9 do Nordeste mais Acre (8,9%) e Tocantins (6,8%). A meta final, de erradicação do analfabetismo, não foi cumprida por nenhuma unidade da Federação.

Na Bahia, em 2025, 6 em cada 10 pessoas analfabetas eram idosas (60 anos ou mais de idade): 62,7% ou 718 mil. A taxa de analfabetismo entre os idosos baianos é de 28,5%, indicando que 3 em cada 10 pessoas de 60 anos ou mais, no estado, não sabem ler nem escrever um bilhete simples. Também é maior entre os homens (10,3%) do que entre as mulheres (8,8%) e entre pessoas pretas ou pardas (9,8%), frente às brancas (8,3%).

 

FONTE: atarde.com.br  
 
 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS: