Prefeituras     Câmaras     Outras Entidades
 
 
 
SEJA BEM VINDO A TRIBUNA ONLINE
GUANAMBI/BAHIA - Sábado, 11 de Julho de 2026
 
 
 
ONDE ESTOU: PÁGINA INICIAL > NOTÍCIAS
 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

   
 
 

EDITAIS

NOTÍCIAS

 

Professor da FG apresenta estudo sobre a prevalência de parasitose intestinal em uma comunidade quilombola do semiárido baiano
Sexta-Feira, 16 de Outubro de 2015

A prevalência de parasitose intestinal na comunidade quilombola Pau D’Arco, pertencente ao município de Malhada/BA, foi o tema da dissertação de Mestrado do professor Gilvandro Doretto Rosine, apresentada ao Programa de Pós-Graduação e Pesquisa da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), em Canoas/RS. A pesquisa, que foi orientada pelos professores doutores Nádia Teresinha Schröder e Fabio Ribeiro, apontou que a prevalência dos protozoários intestinais na população estudada é alta, com predominância no sexo feminino, na faixa etária de 5 a 12 anos.As condições de saneamento básico deficientes e a falta do tratamento da água consumida são, segundo a pesquisa, fatores que influenciam diretamente na disseminação das parasitoses intestinais. “A redução dos índices de parasitoses intestinais somente será alcançada com a melhoria das condições de saneamento básico e incentivo às práticas de educação para a saúde voltada para a necessidade de adoção de hábitos básicos de higiene. Para tanto, se faz necessário medidas preventivas para implementação de ações dos programas de promoção à saúde e bem-estar da população”, afirma Rosine.

Comunidades quilombolas – As comunidades quilombolas são espaços habitados secularmente por descendentes de escravos, ex-escravizados e negros livres. No estado da Bahia, existem cerca de 300 a 500 comunidades quilombolas. A infraestrutura e as condições sanitárias destas populações são precárias. A maior parte não possui água tratada, esgoto sanitário e ainda vivencia dificuldades no que se refere o acesso aos serviços básicos de saúde. Estes fatores acabam por favorecer à aquisição e manutenção das parasitoses intestinais, agravos que permanecem como um grave proble­ma de saúde pública mundial.

 

FONTE: faculdadeguanambi.edu.br  
 
 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

   
 
    © 1999-2026 TRIBUNA ONLINE