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PDT e PT apresentam maiores quedas no número de candidatos a prefeito na Bahia
Redução de peso
Sexta-Feira, 19 de Agosto de 2016

Entre os partidos de expressão política nacional, PDT e PT apresentam até o momento as maiores quedas no número de candidatos a prefeito na Bahia, em comparação com a disputa de 2012. Na sucessão anterior, 111 pedetistas concorreram no estado, contra os 31 contabilizados no balanço mais recente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O que representa uma redução de 72%. Em segundo lugar, vêm os petistas, com percentual negativo de 68%. Há quatro anos, a legenda colocou 217 nomes no páreo. Agora, apenas 70 aparecem no sistema do TSE. No caso do PDT baiano, o racha que provocou desfiliações em massa explica a baixa performance. No PT, é resultado direto da impopularidade deflagrada por sucessivos escândalos de corrupção. Das siglas que possuem força no Congresso, o PR é outra ainda longe de alcançar em 2016 o mesmo patamar de 2012, com 49% dos candidatos que teve na última eleição municipal. PV e PSC também registram altos níveis de retração – 68% e 52%, respectivamente. A partir de hoje, os índices gerais devem começar a cair, já que falta ao TSE computar de 30% a 35% das candidaturas a prefeito no estado.

Dentro da média
Os dados parciais da Justiça Eleitoral impedem estimativas seguras sobre seis partidos tradicionais. PMDB, PCdoB, PP, PSD, PSB e PTB estavam, até a noite de ontem, com um número de candidatos a prefeito entre 30% e 38% menor do que em 2012, justamente o universo pendente de divulgação pelo TSE. Psol, com 25%, PPS e PRB, ambos na casa dos 15%, estão bem perto de ultrapassar a meta. Após a atualização final, parte deles pode atingir ou superar o índice da sucessão passada, enquanto o restante deve ficar ligeiramente abaixo. Por outro lado, nanicos como PRP, PTdoB e PTC caminham para a desidratação.

Fermento eleitoral
Na ponta contrária, duas legendas com capilaridade eleitoral experimentaram saltos substanciais na quantidade de políticos que vão disputar prefeituras baianas. Em primeiro, está o DEM. Na corrida de 2012, somente 29 democratas concorreram ao cargo. Ontem, 55 constavam nos registros do TSE. Entre uma eleição e outra, o aumento é de 89%, percentual que deve subir quando a conta for fechada. Já o PSDB pulou de 26 para 35 candidatos, crescimento de 34,5%. Outras duas siglas de menor representatividade também obtiveram índices altos: PSL, com 200%, e PTN, com 83%. Como não disputaram a sucessão passada, Pros, PEN, Rede e Solidariedade foram excluídas do comparativo.

 

FONTE: www.correio24horas.com.br/Foto-www.paulistaem1lugar.com  
 
 

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